Então, como prometido é devido, vim falar dos jogos da Zelda. São jogos muito populares, principalmente para Wii e Nintendo, criados por Shigeru Miyamoto, o mesmo criador dos jogos do Super Mario. Ele inspirou-se em Kiyoto, uma cidade japonesa, e o jogo é de Ação e Aventura. Ao todo existem 18 jogos.
Alguns dos jogos usam um gráfico realista, enquanto que outros usam o estilo de desenho animado ou chibi (eu prefiro o realista) Quer saber a trama? Seria demasiado longa para eu falar de cada um dos jogos em individual, mas acho que fui bastante clara ao resumir as linhas gerais. Clique em Ler Mais.
{jogos} Legend of Zelda
Ei, cupcakes! *apelido tosco, porque cupcakes estão na moda*
Hoje vim falar a vocês de um novo anime - provavelmente já toda a gente ouviu falar de Naruto. É um mangá e também anime shonem (ação, para rapazes, blá blá), está no topo da lista de vendas tanto na Ásia como nos Estados Unidos, e garanto, cá em Portugal também! Não é o meu favorito. Porém, acontece que comecei a ver a série há pouco tempo, mas rapidamente viciei, mesmo não sendo perfeita, é impossível não se envolver com as personagens. Já não acompanho o anime, mas é porque leio o mangá.
Naruto clássico? Sim. Existem actualmente duas séries animes, subdividas em várias partes, com montõeeeeees de episódios. O naruto clássico é a primeira série, onde os protagonistas têm 12 anos. Na segunda, Naruto Shippuden, eles têm 16/17. Aconselho que as vejam por ordem ou não irão perceber nada, pois são continuação directa.
{resenha} Naruto
Como estão, minna-san? Hoje vou aconselhar o meu primeiro mangá, tanto por ser o primeiro aqui no blog como por ser o primeiro que eu li - sim, eu costumo ver anime em vez de mangá, mas o anime deste não tinha grande qualidade. Chama-se Heart no Kuni no Alice, e foi inspirado num Otome Game. Fiquei a conhecer através de uma das minhas pesquisas sobre Alice no País das Maravilhas, sendo que muitos dos elementos da história de Lewis Carol se refletem nas personagens.
{resenha} Heart no kuni no Alice
Géneros de anime + vocabulário
Cá estou novamente ^^
Tal como avisei, ando a alternar postagens aleatórias com resenhas. Desta vez vou resenhar um yaoi que li recentemente, que contém bastante lemon, mas tem um desenvolvimento igualmente bom. Conheci Rutta to Kodama através do tumblr
{resenha} Rutta to Kodama
Olá minna-san! Hoje vim falar-vos algo que não é realmente um anime, mas é bastante familiar à maioria dos otakus: Vocaloid. Segundo a tia wiki, os vocaloid são uma software the síntese de voz inicialmente criados para músicos, mas que se estenderam imenso, a muitas outras pessoas. Ou seja, montes de personagens, músicas e videos foram criados por fãs, e pouco depois essas músicas tornaram-se oficiais e são projectadas em concertos. Como criam as músicas? Vejam uma imagem do programa: www. A protagonista é Hatsune Miku. Atualmente é possível vê-los actuar e cantar em palco, produzidos através de hologramas, e vim falar um pouco sobre o básico do seu universo. Aqui em baixo está um video com uma das músicas de concerto delas:
Vocaloid
Ohayou ^^
Depois de algumas das postagens anteriores que fiz, senti necessidade de traduzir um post longo - mas estupendo - que achei no blog The Classy Shipper» carregando no título, você poderá ler a postagem original. Faria uma introdução a explicar o assunto, mas a blogueira em si já o fez, e muito bem. Pode tornar-se cansativo para algumas pessoas, mas acho sinceramente que devia ser lido e foi por isso que me esforcei tanto na tradução, mesmo não sendo especialmente talentosa em inglês. Uma coisinha aqui: isto não devia ser lido apenas por fujoshis. Isto é importante para TODA A GENTE, acho que está escrito de uma forma capaz de fazer as pessoas abrir os olhos, e considero especialmente importante o último ponto. Rebloguem onde puderem, onegai :)
Casais Queer devem existir fora do yaoi e do yuri
E cá estou eu, de novo :)
Sim, trago finalmente uma postagem sobre animes - é um assunto do qual não consigo fugir. A inspiração para o post de hoje veio de alguns comentários bastante pertinentes da Hina-clone e da Nanda-chan, sobre animes de harém e os seus clichés problemáticos: Protagonistas idiotas e sem qualidades (na sua maioria) mas pelos quais toda a gente se apaixona; romance que quase nunca se desenvolve ou, caso se desenvolva, fá-lo cercado de ciúmes; closes em "zonas impróprias", resumamos assim; a ação e a história são completamente engolidas, mesmo quando as personagens tinham potencial para mais (sim, foi uma indireta para SAO). Enfim, clicando nos nomes das duas irmãs vocês poderão ler as postagens delas, embora o post da Hinata seja mais sobre shoujo. O que eu queria dizer é que, surpreendentemente, há animes desse género que se salvam. Cliquem em ler mais para ver quais e porquê.
Sim, existem animes de harém bons
Antes de mais, fui eu que criei esta tag e tive de espremer bastante os miolos para me lembrar de 100 perguntas a fazer. Por outro lado, também sei que ela é bem oportuna para quem gosta de anime e quer uma forma bem concisa de dar a sua opinião, sobre coisas bastante variadas. Também tentei agrupar minimamente as perguntas, para dar um ar mais organizado. Espero que gostem do resultado e sigam as regras. Não vou tagarelar muito hoje, por estar sonolenta - só eu é que acho que quanto mais uma pessoa dorme, mais sonolenta ela fica? Hoje dormi até tarde e estou assim, ontem acordei cedíssimo e passei o dia repleta de energia. Paradoxal, eu sei *filosofia em plenas férias*
{tag} 100 perguntas sobre anime
Bom dia :)
Ah, esse anime! Ao contrário da maior parte das pessoas, não derramei uma única lágrima com ele, mas reconheço que o final foi triste (ainda que previsível) e muito, muito belo - tal como todos os episódios: a música, as cores, o traço, o ritmo, as frases, tudo está envolto por sensibilidade e bom gosto. E eu sei que é péssimo começar a comentar um anime pelo final e depois pela parte técnica, mas não aguentei calada. Foi um anime de 22 episódios que acabou na penúltima semana de março (creio eu), tendo portanto 2 cours, e que tocou todo o tipo de pessoa. Então, venham ler a minha resenha...








